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Bandeira

 
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Imagem:European flag.svg|thumb|A bandeira da União Europeia
A '''bandeira''' é definida classicamente como sendo o símbolo representativo de um estado soberano, ou país, município , intendência , província , organização, sociedade, clã , coroa, reino, ou seja todo ente constituído desde uma nação com seu povo, até mesmo uma família tradicional, desde que reconhecidos pelos entes sociais locais e entre si.

Deve estar sempre hasteada em um mastro, com altura e dimensões estabelecidas em leis, estatutos sociais, convenções ou simplesmente num projeto pré-definido. Representando tambem a soberania nacional ou mesmo o ato de divulgar algo em prol de um todo.
Imagem:Flags onu geneva2.jpg|thumb|Bandeiras alinhadas em frente ao edifício da ONU, em Genebra
Apesar de parecer, não é só um pedaço de pano simples, em seu conteúdo é representada toda a história de um povo, suas convicções, lutas e esperanças.
Usada tanto em períodos de paz como de guerra, é um dos símbolos universais mais abrangentes e comunicativos.

História


A origem das bandeiras remonta à Idade Média, quando os exércitos aliados, para não se confundirem uns com os outros, usavam um pedaço de pano hasteado num estandarte, com as cores e sinais de identificação do batalhão ou companhia envolvida. Assim evitavam o temido fogo amigo.
As bandeiras têm suas origens nas insígnias, sinais distintivos de poder ou de comando usados desde a antiguidade e que poderiam ser figuras recortadas em madeira ou metal, ou pintadas nos escudos. A substituição dos signos figurados de material rígido por tecidos pintados em cores vivas foi feita pelos romanos, com seu vexellium (estandarte), uma tendência que se acentuou durante a Idade Média.

A mais antiga regulamentação do uso das bandeiras de que se dispõe está incluída nas Sietes Partidas do rei Alfonso X, o sábio (1252-1284), especificando as diferenças entre o estandarte privativo de um príncipe, os pendões, os hierárquicos dos comandantes militares, as flâmulas de cada regimento, etc. Com as modificações trazidas pelo tempo, esse ainda é basicamente o procedimento usado até hoje: em todos os países o uso das bandeiras obedece à regulamentação rigorosa quanto à forma, cores e maneira de hastear.

No caso das bandeiras nacionais, a simbologia pode ou não observar as convenções heráldicas: a da França, por exemplo, limita-se exibir as cores nacionais, mas a da Grã-Bretanha tem um significado heráldico na medida em que se combina a cruz vermelha de São Jorge, padroeiro da Inglaterra, com a branca de Santo André, da Escócia, e a vermelha de São Patrício, da Irlanda. O estudo da vexilologia - isto é, da história e do simbolismo das bandeiras - é uma disciplina auxiliar das ciências sociais, justamente por revelar elementos muito significativos sobre a formação de cada caráter nacional.

Vários países sugerem em suas bandeiras, a importância da agricultura para a subsistência do povo, ou a industrialização como uma esperança para o futuro (Angola, Moçambique); outros sugerem a linhagem de uma dinastia reinante (Lischtenstein), aspectos característicos da flora ou da fauna (Canadá, Líbano, Dominica), alusão ao processo de formação do país (as bandeiras da Grã-Bretanha, de Orange do Transvaal, que aparecem na antiga bandeira da �frica do Sul), ou seus elementos típicos (o templo de Angkor na do Camboja, o chapéu típico na do Lesoto).

Além das cores tradicionais - o branco e o amarelo sugerindo o ouro e a prata dos brasões de armas, o azul geralmente relacionado com a aristocracia e o vermelho com movimentos revolucionários, etc. -, outras cores passaram a ser usadas mais recentemente: o marrom, por exemplo, adotado em algumas bandeiras africanas como uma alusão à raça negra.

Em alguns casos, pode haver pequenas diferenças entre a bandeira civil, usada nas circunstâncias comuns, e a bandeira do Estado, usada em certas cerimônias oficiais ou como insígnia do chefe de Estado (a bandeira do rei na Arábia Saudita, por exemplo, é a bandeira civil, tendo, no canto inferior direito, em amarelo, o desenho de uma tamareira, símbolo de paciência e determinação, encimando dois alfanjes cruzados; a Bulgária, há diversas variações de bandeira como insígnia, etc.).

Usos


Imagem:7-Setteseven.svg|thumb|Bandeira náutica representando o número 7
Podem ser usadas como símbolo nacional e soberania de um país, constituída de tecido leve com as cores e símbolos oficiais do país e sinalizadoras na marinha mercante e de guerra ou a força naval de um país. Como exemplo, há uma série de bandeirolas que servem como sinais de comunicação entre uma embarcação e outra.

Também há um uso grande na aviação, principalmente em porta-aviões como sinalizadoras de decolagem e estolagem ou mesmo acidentes na pista do convés ou deck superior onde pousam os aviões.

Na Fórmula 1 , usam-se bandeiras sinalizadoras, que indicam uma série de eventos ao esporte, por exemplo a bandeira preta que desclassifica o corredor.
Imagem:F1 chequered flag.svg|thumb|Bandeira axadrezada usada na Fórmula 1 para assinalar o fim da corrida
Seu uso é muito conhecido no futebol, utilizada pelos bandeirinhas ou juízes auxiliares ao sinalizarem uma falta ou impedimento técnico.

Pode ser usada também em propagandas diversas, por exemplo por empresas.

Como sinais de perigos em uma praia, por exemplo, se fincada uma bandeira vermelha indica interdição da área.

O estudo das bandeiras é conhecido como vexilologia, da palavra latina '''vexillum''', que significa bandeira ou pavilhão.

Categoria:Símbolos
Categoria:Bandeiras

am:ሰንደቅዓላማ
bg:Знаме
ca:Bandera
cs:Vlajka
da:Flag
de:Flagge
el:Σημαία
en:Flag
eo:Flago
es:Bandera
et:Lipp
fi:Lippu
fr:Drapeau
he:דגל
id:Bendera
ja:æ——
nl:Vlag
no:Flagg
ru:Флаг
sk:Vlajka
sl:Zastava
sv:Flagga
wa:Drapea A substituição dos signos figurados de material rígido por tecidos pintados em cores vivas foi feita pelos romanos, com seu vexellium (estandarte), uma tendência que se acentuou durante a Idade Média.

A mais antiga regulamentação do uso das bandeiras de que se dispõe está incluída nas Sietes Partidas do rei Alfonso X, o sábio (1252-1284), especificando as diferenças entre o estandarte privativo de um príncipe, os pendões, os hierárquicos dos comandantes militares, as flâmulas de cada regimento, etc. Assim evitavam o temido fogo amigo.
As bandeiras têm suas origens nas insígnias, sinais distintivos de poder ou de comando usados desde a antiguidade e que poderiam ser figuras recortadas em madeira ou metal, ou pintadas nos escudos.

Imagem:European flag.svg|thumb|A bandeira da União Europeia
A '''bandeira''' é definida classicamente como sendo o símbolo representativo de um estado soberano, ou país, município , intendência , província , organização, sociedade, clã , coroa, reino, ou seja todo ente constituído desde uma nação com seu povo, até mesmo uma família tradicional, desde que reconhecidos pelos entes sociais locais e entre si.

Deve estar sempre hasteada em um mastro, com altura e dimensões estabelecidas em leis, estatutos sociais, convenções ou simplesmente num projeto pré-definido. O estudo da vexilologia - isto é, da história e do simbolismo das bandeiras - é uma disciplina auxiliar das ciências sociais, justamente por revelar elementos muito significativos sobre a formação de cada caráter nacional.

Vários países sugerem em suas bandeiras, a importância da agricultura para a subsistência do povo, ou a industrialização como uma esperança para o futuro (Angola, Moçambique); outros sugerem a linhagem de uma dinastia reinante (Lischtenstein), aspectos característicos da flora ou da fauna (Canadá, Líbano, Dominica), alusão ao processo de formação do país (as bandeiras da Grã-Bretanha, de Orange do Transvaal, que aparecem na antiga bandeira da �frica do Sul), ou seus elementos típicos (o templo de Angkor na do Camboja, o chapéu típico na do Lesoto).

Além das cores tradicionais - o branco e o amarelo sugerindo o ouro e a prata dos brasões de armas, o azul geralmente relacionado com a aristocracia e o vermelho com movimentos revolucionários, etc. Com as modificações trazidas pelo tempo, esse ainda é basicamente o procedimento usado até hoje: em todos os países o uso das bandeiras obedece à regulamentação rigorosa quanto à forma, cores e maneira de hastear.

No caso das bandeiras nacionais, a simbologia pode ou não observar as convenções heráldicas: a da França, por exemplo, limita-se exibir as cores nacionais, mas a da Grã-Bretanha tem um significado heráldico na medida em que se combina a cruz vermelha de São Jorge, padroeiro da Inglaterra, com a branca de Santo André, da Escócia, e a vermelha de São Patrício, da Irlanda. Como exemplo, há uma série de bandeirolas que servem como sinais de comunicação entre uma embarcação e outra.

Também há um uso grande na aviação, principalmente em porta-aviões como sinalizadoras de decolagem e estolagem ou mesmo acidentes na pista do convés ou deck superior onde pousam os aviões.

Na Fórmula 1 , usam-se bandeiras sinalizadoras, que indicam uma série de eventos ao esporte, por exemplo a bandeira preta que desclassifica o corredor.
Imagem:F1 chequered flag.svg|thumb|Bandeira axadrezada usada na Fórmula 1 para assinalar o fim da corrida
Seu uso é muito conhecido no futebol, utilizada pelos bandeirinhas ou juízes auxiliares ao sinalizarem uma falta ou impedimento técnico.

Pode ser usada também em propagandas diversas, por exemplo por empresas.

Como sinais de perigos em uma praia, por exemplo, se fincada uma bandeira vermelha indica interdição da área.

O estudo das bandeiras é conhecido como vexilologia, da palavra latina '''vexillum''', que significa bandeira ou pavilhão.

Categoria:Símbolos
Categoria:Bandeiras

am:ሰንደቅዓላማ
bg:Знаме
ca:Bandera
cs:Vlajka
da:Flag
de:Flagge
el:Σημαία
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et:Lipp
fi:Lippu
fr:Drapeau
he:דגל
id:Bendera
ja:æ——
nl:Vlag
no:Flagg
ru:Флаг
sk:Vlajka
sl:Zastava
sv:Flagga
wa:Drapea . Representando tambem a soberania nacional ou mesmo o ato de divulgar algo em prol de um todo.
Imagem:Flags onu geneva2.jpg|thumb|Bandeiras alinhadas em frente ao edifício da ONU, em Genebra
Apesar de parecer, não é só um pedaço de pano simples, em seu conteúdo é representada toda a história de um povo, suas convicções, lutas e esperanças.
Usada tanto em períodos de paz como de guerra, é um dos símbolos universais mais abrangentes e comunicativos.

História


A origem das bandeiras remonta à Idade Média, quando os exércitos aliados, para não se confundirem uns com os outros, usavam um pedaço de pano hasteado num estandarte, com as cores e sinais de identificação do batalhão ou companhia envolvida. -, outras cores passaram a ser usadas mais recentemente: o marrom, por exemplo, adotado em algumas bandeiras africanas como uma alusão à raça negra.

Em alguns casos, pode haver pequenas diferenças entre a bandeira civil, usada nas circunstâncias comuns, e a bandeira do Estado, usada em certas cerimônias oficiais ou como insígnia do chefe de Estado (a bandeira do rei na Arábia Saudita, por exemplo, é a bandeira civil, tendo, no canto inferior direito, em amarelo, o desenho de uma tamareira, símbolo de paciência e determinação, encimando dois alfanjes cruzados; a Bulgária, há diversas variações de bandeira como insígnia, etc.).

Usos


Imagem:7-Setteseven.svg|thumb|Bandeira náutica representando o número 7
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26/12/2004
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