Francos
Os '''francos''' formavam uma das várias germanos|tribos germânicas que adentraram o espaço do império romano a partir da FrÃsia como ''
foederati'' e estabeleceram um reino duradouro na área que cobre a maior parte da França dos dias de hoje e na região da Francônia na
Alemanha, formando a semente histórica de ambos esses paÃses modernos.
O reino franco passou por várias partilhas e repartições, já que os francos dividiam sua propriedade entre os filhos sobreviventes, e como não tinham um senso amplo de uma
res publica, conceberam o reino como uma grande extensão de uma
propriedade privada. Essa prática explica em parte a dificuldade de descrever com precisão as datas e limites fÃsicos de quaisquer um dos reinos francos e quem reinou sobre as várias seções. A retração da alfabetização enquanto os francos reinaram agrava o problema: eles produziram poucos registros escritos. Em essência no entanto, duas
dinastias de lÃderes sucederam uma a outra, primeiro os merovÃngios e depois os Dinastia carolÃngia|carolÃngios .
A palavra ''franco'' significava "livre" na lÃngua franca . A liberdade não se estendia à s mulheres ou à população de
escravos que se instalou junto com os francos livres. Inicialmente havia duas subdivisões principais entre os francos: os francos francos sálios|sálios ("salgado") e os francos ripuários|ripuários ("rio"). Por volta do século IX essa divisão havia se tornado virtualmente inexistente, mas continuou por algum tempo a ter implicações para o sistema legal sob o qual a pessoa poderia ser julgada.
Os primeiros francos
A história dos primeiros francos permanece relativamente indistinta. Nossa principal fonte, o cronista galo-romano Gregório de Tours , cuja ''Historia Francorum'' (''História dos francos'') cobre todo o perÃodo até
594, cita outras fontes de resto perdidas como SulpÃcio Alexandre e
Frigerido e se aproveita do contato pessoal de Gregório com muitos francos famosos. Além da ''História de Gregório'' há outras fontes romanas, tais como
Amiano e Sidónio Apolinário .
Estudiosos modernos do perÃodo das migrações sugerem que o povo franco emergiu da unificação de vários grupos menores de povos germânicos|germânico s (
Usipeti,
Tencteri,
Sugambri e
Bructeri) habitando o vale do
Reno e as terras imediatamente ao leste, um desenvolvimento social relacionado talvez à crescente desordem e revolta vivenciada na área como resultado da guerra entre império romano|Roma e os
marcomanos, que começou em
166, e os conflitos subseqüentes do final do século II e o século III . Por sua vez, Gregório declara que os francos viveram originalmente na Panônia e mais tarde se estabeleceram nas margens do Reno. Uma região no nordeste da PaÃses Baixos|Holanda — norte da antiga fronteira do império romano — tem o nome de Salândia , e pode ter recebido esse nome dos sálios.
Por volta de
250, um grupo de francos, tomando vantagem do enfraquecimento do império romano, penetrou até
Tarragona na
Espanha atual, atormentando a região por cerca de uma década até ser subjugado e expulso por forças romanas. Cerca de quarenta anos mais tarde, os francos tiveram a região de
Scheldt sob seu controle e interferiram com os canais para a Britânia (império romano)|Britânia ; as forças romanas pacificaram a região, mas não expulsaram os francos.
Fundação do reino franco
Em
355–
358, o imperador
Juliano novamente encontrou as linhas de navegação no Reno sob controle dos Francos e novamente os apaziguou. Roma concedeu uma parte considerável da Gália Belga aos francos. Dessa época em diante eles se tornaram ''
foederati'' do império romano. Uma região em linhas gerais correspondente a
Flandres e a PaÃses Baixos|Holanda atuais ao sul dos rios permanece como de fala germânica até hoje. (A lÃngua lÃnguas germânicas|germânica ocidental conhecida como lÃngua neerlandesa|neerlandesa predomina lá hoje.) Os francos portanto se tornaram os primeiros povos germânicos a se estabelecer de maneira permanente no território romano.
Veja esse [http://www.roman-emperors.org/nouest4.htm mapa externo].
De suas terras centrais, os francos gradualmente conquistaram a maior parte da Roma gaulesa ao norte do vale do
rio Loire e a leste da Aquitânia
visigoda. De inÃcio eles ajudaram a proteger as fronteiras como aliados; quando uma grande invasão composta em sua maior parte de tribos germânicas orientais cruzou o Reno em
406, os francos lutaram contra esses invasores. A maior investida da invasão passou ao sul do rio Loire. (Na região de
Paris, o controle romano persistiu até
486, uma década depois da queda dos imperadores de
Ravenna, em parte devido as alianças com os francos.)
Os merovÃngios
''Artigo principal: merovÃngios ''.
Os reinados dos primeiros chefes francos—
Faramond (cerca de
419 até cerca de
427) e Clódio (cerca de
427 até cerca de
447)—parecem ser mais mito do que fatos, e sua relação com a dinastia merovÃngio|merovÃngia permanecem incerta.
Gregório menciona Clódio como o primeiro rei que começou a conquista da Gália tomando
Camaracum (hoje
Cambrai) e expandiu a fronteira até o rio
Somme. Isso provavelmente levou algum tempo; Sidônio relata que Aetio (ou Aécio ) surpreendeu os francos e os rechaçou (provavelmente por volta de
431). Esse perÃodo marca o inÃcio de uma situação que ia durar por muitos séculos: os francos germânicos se tornaram lÃderes sobre um número cada vez maior de subalternos galo-romanos.
Em
451, Aetio apelou para seus aliados germânicos em solo romano para ajudá-lo a repelir uma invasão dos
hunos. Os francos sálios responderam ao chamado, os ripuários lutaram em ambos os lados visto que alguns deles viviam fora do império. As fontes de Gregório de maneira hesitante identificam
Meroveu como rei dos francos e possivelmente um filho de Clódio. Meroveu foi sucedido por
Childerico I, cujo túmulo foi encontrado em
1653 contendo um anel que o identificou como rei dos francos.
O filho de Childerico, Clóvis I|Clóvis , participou de uma campanha que consolidou os vários reinos francos na Gália e na Renânia , que incluiu derrotar Siágrio em
486. Essa vitória encerrou o controle romano na região de Paris.
Na Batalha de Vouillé (
507), Clóvis, com a ajuda dos burgúndios , derrotou os
visigodos, expandindo seu reino em direção ao oeste até as montanhas dos
Pireneus.
A conversão de Clóvis a Catolicismo romano|Cristandade Romana Trinitária , depois do seu casamento com a princesa burgúndia
Clotilde em
493, pode ter ajudado a aumentar sua posição aos olhos do
Papa e outros reis cristãos ortodoxos. A conversão de Clóvis sinalizou a conversão do resto dos francos. Porque eles podiam prestar culto junto com seus vizinhos católicos, os francos recém-
cristianizados tiveram uma aceitação muito mais fácil da população galo-romana local do que os
arianos,
visigodos, vândalos ou burgúndios. Os merovÃngios dessa forma construiram o que com o tempo se provou ser o mais estável dos reinos sucessores no oeste.
A estabilidade, no entanto, não figurou como parte do cotidiano da era merovÃngia. Embora a violência casual existisse até certo ponto no final dos tempos romanos, a introdução da prática de
feudo de sangue para obter justiça levou a percepção de um aumento do desrespeito à lei. Perturbações do comércio ocorreram, e a vida cÃvica se tornou cada vez mais difÃcil, o que levou a uma sociedade mais e mais localizada e fragmentada baseada em
vilas auto-suficientes. O conhecimento da leitura e escrita praticamente desapareceu fora das igrejas e
mosteiros.
Os chefes merovÃngios aderiam à prática germânica de dividir a terra entre seus filhos, e a divisão, reunificação e redivisão freqüentes de territórios com freqüência resultava no assassinato e guerra entre as famÃlias lideres. Então embora Clóvis tenha expulsado os visigodos da Gália, na ocasião de sua morte, em
511, seus quatro filhos dividiram o reino entre eles, e pelos dois séculos seguintes seus descendentes compartilharam a posição de rei
A área franca se expandiu ainda mais sob os filhos de Clóvis, com o tempo cobrindo a maior parte da França atual, mas incluindo áreas a leste do rio Reno também, como a Alâmania (hoje sudoeste da Alemanha) e TurÃngia (a partir de
531). A Saxônia , no entanto, permaneceu fora do reino franco até ser conquistada
Carlos Magno séculos mais tarde.
Depois da reunificação temporária dos reinos separados sob Clotário I , as terras francas foram divididas novamente em
561 em Nêustria , Austrásia , e
Borgonha, que haviam sido absorvidas pelos reinos francos por meio de uma combinação de casamentos polÃticos e força dos exércitos.
Em cada reino franco o mordomo do palácio servia como superintendente do estado. Uma série de mortes prematuras começando com a de
Dagoberto I em
639 levou a uma série de reis menores de idade. Por volta da virada do século VIII , isso permitiu aos mordomos austrasianos consolidar o poder em sua própria regência hereditária, estabelecendo a fundação para uma nova dinastia: seus descendentes, os CarolÃngios.
Os carolÃngios
O reinado dos Dinastia carolÃngia|carolÃngios começa tradicionalmente com a deposição do último rei merovÃngio, com consentimento papal, e ascensão em
751 de Pepino III|Pepino, o Breve , pai de
Carlos Magno. Pepino sucedeu seu próprio pai,
Carlos Martel, como mordomo do palácio do reino franco reunido e re-erigido composto de partes anteriormente independentes.
Pepino reinou como um rei eleito. Embora tais eleições ocorressem raramente, uma regra geral da lei germânica declarava que o rei dependia do apoio de liderança|homens lÃderes . Esses homens reservavam o direito de escolher um novo lÃder se eles sentissem que o velho não podia liderá-los numa batalha proveitosa. Embora mais tarde na França o reinado tenha se tornado hereditário, os reis do Sacro Império Romano provaram-se incapazes de abolir a tradição eleitoral e continuaram como reis eleitos até o término formal do império em
1806.
Pepino solidificou sua posição em
754 ao entrar numa aliança com o Papa Estêvão III , que apresentou ao rei dos francos uma cópia da forjada " doação de Constantino " em Paris e numa magnÃfica cerimônia em BasÃlica de Saint Denis|Saint-Denis ungiu o rei e sua famÃlia e os declarou ''patricius Romanorum'' ("protetores dos romanos"). No ano seguinte Pepino cumpriu sua promessa ao papa e recuperou o
exarcado de Ravena, que havia caÃdo recentemente nas mãos dos
lombardos, e o devolveu, não para o imperador bizantino de novo, mas para o papado. Pepino doou as áreas reconquistadas em volta de Roma para o Papa, traçando a fundação para os Estados PontifÃcios|estados papais na " doação de Pepino " que ele colocou sobre o tumúlo de São Pedro. O papado teve bons motivos para esperar que a monarquia franca refeita iria prover uma base de poder deferente (''potestas'') na criação de uma nova ordem mundial, centrada no Papa.
Com a morte de Pepino em
768, seus filhos, Carlos e
Carlomano, mais uma vez dividiram o reino entre si. No entanto, Carlomano retirou-se para um monastério e morreu pouco depois, deixando o reino todo para seu irmão, que mais tarde se tornou conhecido como
Carlos Magno ou Karl der Große (Carlos o Grande), uma figura poderosa, inteligente e modestamente letrada que se tornou uma lenda para história posterior tanto da França quanto da Alemanha. Carlos Magno restaurou uma balança de igualdade entre o imperador e o papa.
De
772 em diante, Carlos Magno derrotou os saxões , anexando seu território ao reino franco. Esta campanha transformou a conversão forçada de povos vizinhos em prática comum entre governantes cristãos não-romanos. Missionários católicos de origem franca, junto com outros da
Irlanda e
Inglaterra anglo-saxão|anglo-saxã , entraram em terras saxãs desde meados do século VIII , aumentando os conflitos com os Saxões que resistiam aos esforços missionários e incursões militares. O principal adversário de Carlos Magno pelo lado saxão,
Widukind, aceitou o batismo em
785 como parte de um acordo de paz , porém outros lÃderes saxões continiaram a resistir. Com sua vitória em
Verden no ano de
787, Carlos ordenou o extermÃnio de milhares de prisioneiros saxões paganismo|pagãos . Depois de diversas revoltas, os saxões sofreram sua derrota definitiva em
804. Isso ampliou o domÃnio Franco em direção ao leste até o rio
Elba, feito que o Império Romano tentou apenas uma vez, sendo derrotado na
Batalha da Floresta de Teutoburgo ( 9 a.C. ). Para melhor cristianizar os saxões, Carlos fundou diversas
dioceses, entre as quais a de
Bremen,
Munique,
Paderborn, e Osnabrück .
Paralelamente (
773–
774), Carlos conquistou os
lombardos e pode incluir o norte da Itália em sua esfera de influência. Ele renovou a doação do Vaticano e prometeu ao papado a continuidade da proteção franca.
Em
788, Tassilo, ''dux'' (duque) da
Baviera rebelou-se contra Carlos que esmagou a revolta e incorporou a Baviera ao seu reino. Isso não apenas ampliou sua influêncai como reduziu drasticamente o poder dos
Agilolfings (famÃlia de Tassilo), outro clã importante entre os Francos e potenciais rivais. Até
796, Carlos continuou a expandir seu reinado na direção do sudoeste, chegando a atual �ustria e partes da Croácia .
Image:Western empire verdun 843.png|right|thumb|350px|O reino de
Carlos Magno sobreviveu a seu fundador e cobriu boa parte da
Europa Ocidental de
795 até
843 quando o
Tratado de Verdun o dividiu entre seus netos: os francos centrais, governados por Lotário (verde), os francos orientais, governados por LuÃs o Germânico (amarelo), e Carlos II de França|Carlos, o Calvo , lÃder dos francos ocidentais (roxo)
Carlos estabeleceu um domÃnio que ia dos
Pirineus à sudoeste (depois de
795 incluiu uma área do Norte da Espanha, a chamada '' Marca Hispânica ''), incluia quase toda a França atual (exceto pela
Bretanha) e avançava para o leste sobre quase todo o território da moderna Alemanha, incluindo o norte da Itália e o que hoje é a Ã?ustria . Na hierarquia da Igreja, bispos e abades procuravam apoio no palácio real. Carlos emergia como o grande lÃder da
cristandade ocidental .
No dia do Natal, em
800, o Papa Leão III corou Carlos como "
imperador dos romanos" em roma numa cerimônia apresentada como se fosse uma surpresa (Carlos Magino não desejava ficar em dÃvida com o bispo de Roma), um jogada papal adicional numa série de gestos simbólicos que vinham definindo os papéis mútuos da ''auctoritas'' papal e da ''potestas'' imperial. Embora Carlos Magno, em respeito ao ultrage bizantino , preferiu o tÃtulo "Imperador, rei dos francos e dos lombardos", a cerimônia reconheceu formalmente o império franco cmo sucessor do romano (ocidental) (embora apenas a "doação" forjada dava ao papa autoridade polÃtica para fazer isso). Depois de um protesto inicial quanto a usurpação, em
812, o imperador
bizantino Miguel I Rangabe reconheceu Carlos Magno como co-imperador. A coroação deu a legitimidade a primazia carolÃngia entre os francos. Os
otonianos mais tarde ressuscitaram essa conexão em
962.
Com a morte de Carlos Magno em
28 de janeiro de
814 em
Aachen, ele foi enterrado em sua própria Catedral de Aachen|Capela do Palácio em Aachen .
Carlos Magno teve vários filhos, mas apenas um sobreviveu a eles. Esse filho, LuÃs o Pio , sucedeu ao pai como governante de um império unido. Mas herança total permaneceu uma questão de acaso, em vez de intenção. Quando LuÃs morreu em
840, os carolÃngios aderiram ao costumo de partilhar a herança, e o
Tratado de Verdun em
843 dividiu o império em três:
# O filho sobrevivente mais velho de LuÃs, Lotário se tornou imperador e governante dos francos centrais. Seus três filhos por sua vez dividiram esse reino entre eles em LotarÃngia , Burgúndia e Itália (do norte). Essas áreas iriam mais tarde desaparecer como reinos separados.
# O segundo filho de LuÃs, LuÃs, o Germano , se tornou rei dos francos orientais. Essa área formou o núcleo do mais mais tarde Sacro Império Romano , que eventualmente evoluiu para se tornar a
Alemanha moderna. Para uma lista de sucessores, veja a lista dos reis e imperadores alemães .
# Seu terceiro filho Carlos, o Calvo se tornou rei dos francos ocidentais; essa área se tornou a fundação da França . Para seus sucessores, veja a
lista de monarcas franceses.
Legado
Embora tenha sido um acidente histórico, a unificação da maior parte do que é agora a Europa occidental e central sob um único soberano proporcionou um terreno fértil para a continuação do que é agora conhecido como a Renascença carolÃngia . Apesar das mortÃferas campanhas militares quase constantes que o império carolÃngio suportou, a extensão do reino franco e do cristianismo romano sob uma área tão grande proporcionou a unidade fundamental por todo o império. Cada parte do império carolÃngio se desenvolveu de forma diferente; o governo e cultura franca dependiam muito dos regentes individuais e seus objetivos. Esses objetivos mudaram de maneira tão fácil quanto as mutáveis alianças polÃticas entre as famÃlias lÃderes francas. No entanto, essas famÃlias, incluindo os carolÃngios, todas compartilhavam das mesmas crenças e idéias de governo básicas. Essas idéias e crenças tinham suas raÃzes em antecedentes que se baseavam tanto na tradição romana quanto na germânica, uma tradição que começou antes da ascensão carolÃngia e continuou até certo ponto mesmo depois da morte de LuÃs, o Pio e seus filhos.
Quando os historiadores modernos (do final do século XVIII em diante) remontam a um exemplo de
Europa unificada, eles se voltam ao império carolÃngio e não ao império romano. Se o império carolÃngio durou (ou, pode-se dizer, se ele sequer existiu como império “propriamente ditoâ€?) num sentido geográfico ou polÃtico não tem influência substancial nessa visão. O modelo de vários reinos individuais (ou ''regna'', para lhe dar os nomes corretos) sob um regente ressoa de maneira clara hoje. Pode-se argumentar que as divisões de Verdun ainda forneceram as bordas gerais da Alemanha, França e Itália, mas dificilmente alguém pode supor que elas proporcionaram qualquer tipo de divisão cultural. Elas não podem dividir o legado germânico-romano cristão começado pelos carolÃngios.
Também vale notar que o termo “franco� (por exemplo al-Faranj em arábico ou Falangji em chinês) foi usado na Idade Média para descrever qualquer europeu. Durante as Cruzadas, quando os europeus na maioria das vezes lutaram unidos, eles chamaram a si mesmos “francos�.
Artigos relacionados
*
Lista dos reis francos
*
Lista dos monarcas franceses
* Lista dos reis e imperadores alemães
* História da França
* História da Alemanha
* Sacro Império Romano
* História da Eslovênia
Leitura adicional
*Geary, Patrick J. ''Before France and Germany: the Creation and Transformation of the Merovingian World.'' New York: Oxford University Press, 1988. ISBN 0195044584.
Categoria:Francos|
af:Franke
als:Franken (Volk)
bg:Франки
ca:Franc (poble germà nic)
de:Franken (Volk)
en:Franks
eo:Frankoj
es:Franco (pueblo)
et:Frangid
fi:Frankit
fr:Francs
he:×¤×¨× ×§×™×?
hr:Franci
hu:Frank Birodalom
it:Franchi
ja:フランク人
nl:Franken
nn:Frankarar
no:Frankerne
pl:Frankowie
ru:Франки
sl:Franki
sv:Franker
uk:Франки Esta campanha transformou a conversão forçada de povos vizinhos em prática comum entre governantes cristãos não-romanos. Uma região em linhas gerais correspondente a
Flandres e a PaÃses Baixos|Holanda atuais ao sul dos rios permanece como de fala germânica até hoje. Depois de diversas revoltas, os saxões sofreram sua derrota definitiva em
804. Os merovÃngios dessa forma construiram o que com o tempo se provou ser o mais estável dos reinos sucessores no oeste.
A estabilidade, no entanto, não figurou como parte do cotidiano da era merovÃngia. Isso não apenas ampliou sua influêncai como reduziu drasticamente o poder dos
Agilolfings (famÃlia de Tassilo), outro clã importante entre os Francos e potenciais rivais. Por sua vez, Gregório declara que os francos viveram originalmente na Panônia e mais tarde se estabeleceram nas margens do Reno.
Pepino reinou como um rei eleito. Durante as Cruzadas, quando os europeus na maioria das vezes lutaram unidos, eles chamaram a si mesmos “francos�.
Artigos relacionados
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Lista dos reis francos
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Lista dos monarcas franceses
* Lista dos reis e imperadores alemães
* História da França
* História da Alemanha
* Sacro Império Romano
* História da Eslovênia
Leitura adicional
*Geary, Patrick J. Apesar das mortÃferas campanhas militares quase constantes que o império carolÃngio suportou, a extensão do reino franco e do cristianismo romano sob uma área tão grande proporcionou a unidade fundamental por todo o império. Uma região no nordeste da PaÃses Baixos|Holanda — norte da antiga fronteira do império romano — tem o nome de Salândia , e pode ter recebido esse nome dos sálios. Até
796, Carlos continuou a expandir seu reinado na direção do sudoeste, chegando a atual Ã?ustria e partes da Croácia . Os francos sálios responderam ao chamado, os ripuários lutaram em ambos os lados visto que alguns deles viviam fora do império. (A lÃngua lÃnguas germânicas|germânica ocidental conhecida como lÃngua neerlandesa|neerlandesa predomina lá hoje.) Os francos portanto se tornaram os primeiros povos germânicos a se estabelecer de maneira permanente no território romano.
Veja esse [http://www.roman-emperors.org/nouest4.htm mapa externo]. Os
otonianos mais tarde ressuscitaram essa conexão em
962.
Com a morte de Carlos Magno em
28 de janeiro de
814 em
Aachen, ele foi enterrado em sua própria Catedral de Aachen|Capela do Palácio em Aachen . Na hierarquia da Igreja, bispos e abades procuravam apoio no palácio real. Cada parte do império carolÃngio se desenvolveu de forma diferente; o governo e cultura franca dependiam muito dos regentes individuais e seus objetivos. Se o império carolÃngio durou (ou, pode-se dizer, se ele sequer existiu como império “propriamente ditoâ€?) num sentido geográfico ou polÃtico não tem influência substancial nessa visão. Então embora Clóvis tenha expulsado os visigodos da Gália, na ocasião de sua morte, em
511, seus quatro filhos dividiram o reino entre eles, e pelos dois séculos seguintes seus descendentes compartilharam a posição de rei
A área franca se expandiu ainda mais sob os filhos de Clóvis, com o tempo cobrindo a maior parte da França atual, mas incluindo áreas a leste do rio Reno também, como a Alâmania (hoje sudoeste da Alemanha) e TurÃngia (a partir de
531). Em essência no entanto, duas
dinastias de lÃderes sucederam uma a outra, primeiro os merovÃngios e depois os Dinastia carolÃngia|carolÃngios .
A palavra ''franco'' significava "livre" na lÃngua franca . Para uma lista de sucessores, veja a lista dos reis e imperadores alemães .
# Seu terceiro filho Carlos, o Calvo se tornou rei dos francos ocidentais; essa área se tornou a fundação da França . Embora Carlos Magno, em respeito ao ultrage bizantino , preferiu o tÃtulo "Imperador, rei dos francos e dos lombardos", a cerimônia reconheceu formalmente o império franco cmo sucessor do romano (ocidental) (embora apenas a "doação" forjada dava ao papa autoridade polÃtica para fazer isso). Inicialmente havia duas subdivisões principais entre os francos: os francos francos sálios|sálios ("salgado") e os francos ripuários|ripuários ("rio"). Dessa época em diante eles se tornaram ''
foederati'' do império romano. Quando LuÃs morreu em
840, os carolÃngios aderiram ao costumo de partilhar a herança, e o
Tratado de Verdun em
843 dividiu o império em três:
# O filho sobrevivente mais velho de LuÃs, Lotário se tornou imperador e governante dos francos centrais. Essa vitória encerrou o controle romano na região de Paris. A liberdade não se estendia à s mulheres ou à população de
escravos que se instalou junto com os francos livres. Embora tais eleições ocorressem raramente, uma regra geral da lei germânica declarava que o rei dependia do apoio de liderança|homens lÃderes . No entanto, essas famÃlias, incluindo os carolÃngios, todas compartilhavam das mesmas crenças e idéias de governo básicas. O conhecimento da leitura e escrita praticamente desapareceu fora das igrejas e
mosteiros.
Os chefes merovÃngios aderiam à prática germânica de dividir a terra entre seus filhos, e a divisão, reunificação e redivisão freqüentes de territórios com freqüência resultava no assassinato e guerra entre as famÃlias lideres.
Os '''francos''' formavam uma das várias germanos|tribos germânicas que adentraram o espaço do império romano a partir da FrÃsia como ''
foederati'' e estabeleceram um reino duradouro na área que cobre a maior parte da França dos dias de hoje e na região da Francônia na
Alemanha, formando a semente histórica de ambos esses paÃses modernos.
O reino franco passou por várias partilhas e repartições, já que os francos dividiam sua propriedade entre os filhos sobreviventes, e como não tinham um senso amplo de uma
res publica, conceberam o reino como uma grande extensão de uma
propriedade privada. Depois de um protesto inicial quanto a usurpação, em
812, o imperador
bizantino Miguel I Rangabe reconheceu Carlos Magno como co-imperador. O modelo de vários reinos individuais (ou ''regna'', para lhe dar os nomes corretos) sob um regente ressoa de maneira clara hoje. Elas não podem dividir o legado germânico-romano cristão começado pelos carolÃngios.
Também vale notar que o termo “francoâ€? (por exemplo al-Faranj em arábico ou Falangji em chinês) foi usado na Idade Média para descrever qualquer europeu. A coroação deu a legitimidade a primazia carolÃngia entre os francos. Por volta do século IX essa divisão havia se tornado virtualmente inexistente, mas continuou por algum tempo a ter implicações para o sistema legal sob o qual a pessoa poderia ser julgada.
Carlos Magno teve vários filhos, mas apenas um sobreviveu a eles. O principal adversário de Carlos Magno pelo lado saxão,
Widukind, aceitou o batismo em
785 como parte de um acordo de paz , porém outros lÃderes saxões continiaram a resistir. No entanto, Carlomano retirou-se para um monastério e morreu pouco depois, deixando o reino todo para seu irmão, que mais tarde se tornou conhecido como
Carlos Magno ou Karl der Große (Carlos o Grande), uma figura poderosa, inteligente e modestamente letrada que se tornou uma lenda para história posterior tanto da França quanto da Alemanha. Pepino sucedeu seu próprio pai,
Carlos Martel, como mordomo do palácio do reino franco reunido e re-erigido composto de partes anteriormente independentes. Perturbações do comércio ocorreram, e a vida cÃvica se tornou cada vez mais difÃcil, o que levou a uma sociedade mais e mais localizada e fragmentada baseada em
vilas auto-suficientes.
Na Batalha de Vouillé (
507), Clóvis, com a ajuda dos burgúndios , derrotou os
visigodos, expandindo seu reino em direção ao oeste até as montanhas dos
Pireneus. Nossa principal fonte, o cronista galo-romano Gregório de Tours , cuja ''Historia Francorum'' (''História dos francos'') cobre todo o perÃodo até
594, cita outras fontes de resto perdidas como SulpÃcio Alexandre e
Frigerido e se aproveita do contato pessoal de Gregório com muitos francos famosos. Isso provavelmente levou algum tempo; Sidônio relata que Aetio (ou Aécio ) surpreendeu os francos e os rechaçou (provavelmente por volta de
431). Missionários católicos de origem franca, junto com outros da
Irlanda e
Inglaterra anglo-saxão|anglo-saxã , entraram em terras saxãs desde meados do século VIII , aumentando os conflitos com os Saxões que resistiam aos esforços missionários e incursões militares. Ele renovou a doação do Vaticano e prometeu ao papado a continuidade da proteção franca.
Em
788, Tassilo, ''dux'' (duque) da
Baviera rebelou-se contra Carlos que esmagou a revolta e incorporou a Baviera ao seu reino.
Image:Western empire verdun 843.png|right|thumb|350px|O reino de
Carlos Magno sobreviveu a seu fundador e cobriu boa parte da
Europa Ocidental de
795 até
843 quando o
Tratado de Verdun o dividiu entre seus netos: os francos centrais, governados por Lotário (verde), os francos orientais, governados por LuÃs o Germânico (amarelo), e Carlos II de França|Carlos, o Calvo , lÃder dos francos ocidentais (roxo)
Carlos estabeleceu um domÃnio que ia dos
Pirineus à sudoeste (depois de
795 incluiu uma área do Norte da Espanha, a chamada '' Marca Hispânica ''), incluia quase toda a França atual (exceto pela
Bretanha) e avançava para o leste sobre quase todo o território da moderna Alemanha, incluindo o norte da Itália e o que hoje é a Ã?ustria . Por volta da virada do século VIII , isso permitiu aos mordomos austrasianos consolidar o poder em sua própria regência hereditária, estabelecendo a fundação para uma nova dinastia: seus descendentes, os CarolÃngios.
Os carolÃngios
O reinado dos Dinastia carolÃngia|carolÃngios começa tradicionalmente com a deposição do último rei merovÃngio, com consentimento papal, e ascensão em
751 de Pepino III|Pepino, o Breve , pai de
Carlos Magno. Esses objetivos mudaram de maneira tão fácil quanto as mutáveis alianças polÃticas entre as famÃlias lÃderes francas.
Paralelamente (
773–
774), Carlos conquistou os
lombardos e pode incluir o norte da Itália em sua esfera de influência. Para melhor cristianizar os saxões, Carlos fundou diversas
dioceses, entre as quais a de
Bremen,
Munique,
Paderborn, e Osnabrück . A conversão de Clóvis sinalizou a conversão do resto dos francos. Porque eles podiam prestar culto junto com seus vizinhos católicos, os francos recém-
cristianizados tiveram uma aceitação muito mais fácil da população galo-romana local do que os
arianos,
visigodos, vândalos ou burgúndios. Mas herança total permaneceu uma questão de acaso, em vez de intenção. Meroveu foi sucedido por
Childerico I, cujo túmulo foi encontrado em
1653 contendo um anel que o identificou como rei dos francos.
O filho de Childerico, Clóvis I|Clóvis , participou de uma campanha que consolidou os vários reinos francos na Gália e na Renânia , que incluiu derrotar Siágrio em
486. Para seus sucessores, veja a
lista de monarcas franceses.
Legado
Embora tenha sido um acidente histórico, a unificação da maior parte do que é agora a Europa occidental e central sob um único soberano proporcionou um terreno fértil para a continuação do que é agora conhecido como a Renascença carolÃngia . Carlos emergia como o grande lÃder da
cristandade ocidental .
No dia do Natal, em
800, o Papa Leão III corou Carlos como "
imperador dos romanos" em roma numa cerimônia apresentada como se fosse uma surpresa (Carlos Magino não desejava ficar em dÃvida com o bispo de Roma), um jogada papal adicional numa série de gestos simbólicos que vinham definindo os papéis mútuos da ''auctoritas'' papal e da ''potestas'' imperial. Com sua vitória em
Verden no ano de
787, Carlos ordenou o extermÃnio de milhares de prisioneiros saxões paganismo|pagãos . Pepino doou as áreas reconquistadas em volta de Roma para o Papa, traçando a fundação para os Estados PontifÃcios|estados papais na " doação de Pepino " que ele colocou sobre o tumúlo de São Pedro. O papado teve bons motivos para esperar que a monarquia franca refeita iria prover uma base de poder deferente (''potestas'') na criação de uma nova ordem mundial, centrada no Papa. Carlos Magno restaurou uma balança de igualdade entre o imperador e o papa.
De
772 em diante, Carlos Magno derrotou os saxões , anexando seu território ao reino franco. Esse perÃodo marca o inÃcio de uma situação que ia durar por muitos séculos: os francos germânicos se tornaram lÃderes sobre um número cada vez maior de subalternos galo-romanos.
Em
451, Aetio apelou para seus aliados germânicos em solo romano para ajudá-lo a repelir uma invasão dos
hunos. Embora mais tarde na França o reinado tenha se tornado hereditário, os reis do Sacro Império Romano provaram-se incapazes de abolir a tradição eleitoral e continuaram como reis eleitos até o término formal do império em
1806.
Pepino solidificou sua posição em
754 ao entrar numa aliança com o Papa Estêvão III , que apresentou ao rei dos francos uma cópia da forjada " doação de Constantino " em Paris e numa magnÃfica cerimônia em BasÃlica de Saint Denis|Saint-Denis ungiu o rei e sua famÃlia e os declarou ''patricius Romanorum'' ("protetores dos romanos"). Essas idéias e crenças tinham suas raÃzes em antecedentes que se baseavam tanto na tradição romana quanto na germânica, uma tradição que começou antes da ascensão carolÃngia e continuou até certo ponto mesmo depois da morte de LuÃs, o Pio e seus filhos.
Quando os historiadores modernos (do final do século XVIII em diante) remontam a um exemplo de
Europa unificada, eles se voltam ao império carolÃngio e não ao império romano. Esses homens reservavam o direito de escolher um novo lÃder se eles sentissem que o velho não podia liderá-los numa batalha proveitosa. A retração da alfabetização enquanto os francos reinaram agrava o problema: eles produziram poucos registros escritos.
De suas terras centrais, os francos gradualmente conquistaram a maior parte da Roma gaulesa ao norte do vale do
rio Loire e a leste da Aquitânia
visigoda. Essas áreas iriam mais tarde desaparecer como reinos separados.
# O segundo filho de LuÃs, LuÃs, o Germano , se tornou rei dos francos orientais. Pode-se argumentar que as divisões de Verdun ainda forneceram as bordas gerais da Alemanha, França e Itália, mas dificilmente alguém pode supor que elas proporcionaram qualquer tipo de divisão cultural. Cerca de quarenta anos mais tarde, os francos tiveram a região de
Scheldt sob seu controle e interferiram com os canais para a Britânia (império romano)|Britânia ; as forças romanas pacificaram a região, mas não expulsaram os francos.
Fundação do reino franco
Em
355–
358, o imperador
Juliano novamente encontrou as linhas de navegação no Reno sob controle dos Francos e novamente os apaziguou. ''Before France and Germany: the Creation and Transformation of the Merovingian World.'' New York: Oxford University Press, 1988. As fontes de Gregório de maneira hesitante identificam
Meroveu como rei dos francos e possivelmente um filho de Clódio. Essa área formou o núcleo do mais mais tarde Sacro Império Romano , que eventualmente evoluiu para se tornar a
Alemanha moderna. Uma série de mortes prematuras começando com a de
Dagoberto I em
639 levou a uma série de reis menores de idade. De inÃcio eles ajudaram a proteger as fronteiras como aliados; quando uma grande invasão composta em sua maior parte de tribos germânicas orientais cruzou o Reno em
406, os francos lutaram contra esses invasores. Roma concedeu uma parte considerável da Gália Belga aos francos.
Com a morte de Pepino em
768, seus filhos, Carlos e
Carlomano, mais uma vez dividiram o reino entre si. (Na região de
Paris, o controle romano persistiu até
486, uma década depois da queda dos imperadores de
Ravenna, em parte devido as alianças com os francos.)
Os merovÃngios
''Artigo principal: merovÃngios ''.
Os reinados dos primeiros chefes francos—
Faramond (cerca de
419 até cerca de
427) e Clódio (cerca de
427 até cerca de
447)—parecem ser mais mito do que fatos, e sua relação com a dinastia merovÃngio|merovÃngia permanecem incerta.
Gregório menciona Clódio como o primeiro rei que começou a conquista da Gália tomando
Camaracum (hoje
Cambrai) e expandiu a fronteira até o rio
Somme. Esse filho, LuÃs o Pio , sucedeu ao pai como governante de um império unido. Embora a violência casual existisse até certo ponto no final dos tempos romanos, a introdução da prática de
feudo de sangue para obter justiça levou a percepção de um aumento do desrespeito à lei.
A conversão de Clóvis a Catolicismo romano|Cristandade Romana Trinitária , depois do seu casamento com a princesa burgúndia
Clotilde em
493, pode ter ajudado a aumentar sua posição aos olhos do
Papa e outros reis cristãos ortodoxos. Essa prática explica em parte a dificuldade de descrever com precisão as datas e limites fÃsicos de quaisquer um dos reinos francos e quem reinou sobre as várias seções. ISBN 0195044584.
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uk:Франки .
Por volta de
250, um grupo de francos, tomando vantagem do enfraquecimento do império romano, penetrou até
Tarragona na
Espanha atual, atormentando a região por cerca de uma década até ser subjugado e expulso por forças romanas. Seus três filhos por sua vez dividiram esse reino entre eles em LotarÃngia , Burgúndia e Itália (do norte). No ano seguinte Pepino cumpriu sua promessa ao papa e recuperou o
exarcado de Ravena, que havia caÃdo recentemente nas mãos dos
lombardos, e o devolveu, não para o imperador bizantino de novo, mas para o papado. Isso ampliou o domÃnio Franco em direção ao leste até o rio
Elba, feito que o Império Romano tentou apenas uma vez, sendo derrotado na
Batalha da Floresta de Teutoburgo ( 9 a.C. ). A maior investida da invasão passou ao sul do rio Loire. Além da ''História de Gregório'' há outras fontes romanas, tais como
Amiano e Sidónio Apolinário .
Estudiosos modernos do perÃodo das migrações sugerem que o povo franco emergiu da unificação de vários grupos menores de povos germânicos|germânico s (
Usipeti,
Tencteri,
Sugambri e
Bructeri) habitando o vale do
Reno e as terras imediatamente ao leste, um desenvolvimento social relacionado talvez à crescente desordem e revolta vivenciada na área como resultado da guerra entre império romano|Roma e os
marcomanos, que começou em
166, e os conflitos subseqüentes do final do século II e o século III . A Saxônia , no entanto, permaneceu fora do reino franco até ser conquistada
Carlos Magno séculos mais tarde.
Depois da reunificação temporária dos reinos separados sob Clotário I , as terras francas foram divididas novamente em
561 em Nêustria , Austrásia , e
Borgonha, que haviam sido absorvidas pelos reinos francos por meio de uma combinação de casamentos polÃticos e força dos exércitos.
Em cada reino franco o mordomo do palácio servia como superintendente do estado.
Os primeiros francos
A história dos primeiros francos permanece relativamente indistinta